Durante décadas, o acesso à Justiça para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais esteve condicionado, quase sempre, ao deslocamento dessas populações até as instituições. No Maranhão, essa lógica começou a ser invertida: agora, é o Judiciário que percorre os territórios para ouvir quem vive suas realidades todos os dias. Mais do que uma agenda institucional…
Fonte: oimparcial.com.br
